O que é essencial para você? O que você realmente precisa para viver e ser feliz?

Você já parou para pensar no que é essencial para você? O que você (realmente) precisa para ser feliz? Família? Organização? Os filhos? O emprego? Fama? Roupas? Sapatos? Pense bem!

Um dia depois da tão esperada Black Friday, onde todos compramos tudo o que precisamos e muito do que achamos que precisamos eu quero convidar você a pensar no essencial.

O que é essencial na sua vida?

Comece se perguntando (escreva as respostas se possível e compartilhe conosco nos comentários se quiser!):

O que é essencial na minha vida pessoal?

Família? Organização? Os filhos? O emprego?

O que é essencial na minha vida profissional?

Fama? Salário? Cargo? Horário? Fazer um trabalho que adora?

O que me faz sentir feliz?

Bom ambiente? Sorrisos? Gargalhadas com amigos? Festas de família?

O que me faz sentir realizado(a)?

Alcançar objetivos? Ter acesso às coisas que entendo que são importantes para mim? Ser bem sucedido?

Estas perguntas eu fui convidada a responder hoje pela manhã no curso online Introdução ao Minimalismo da Fátima Teixeira. É um curso rápido (37 minutos) onde somos convidados a “destralhar” nossa vida aplicando estratégias do minimalismo para:

  • Tomar decisões acertadas e de acordo com seus objetivos pessoais;
  • Identificar ambientes propícios ou não para trabalhar, viver ou descansar;
  • Administrar o seu tempo em prol de uma melhoria de vida;
  • Optimizar o seu espaço de trabalho, lazer, convívio e/ou moradia;
  • Desenvolver capacidades de gestão e organização;
  • Reorganizar o seu mundo digital e a sua vida social

Minhas respostas foram assim:

O que é essencial na minha vida pessoal?

Segurança: sim, eu preciso de segurança! Como sou uma pessoa um tanto quanto racional, eu preciso ter a segurança de que o “meu plano é bom, é coerente”. Seja nos negócios, nas finanças, na minha vida pessoal e até no meu guarda-roupa (eu não tenho roupa que não combina com nada por exemplo e tenho roupas que uso há quase 20 anos).

O que é essencial na minha vida profissional?

A possibilidade de poder colaborar para o desenvolvimento/evolução de outras pessoas. Por isso me tornei professora e por isso continuo estudando sempre. É claro que esta possibilidade existe em muitas outras profissões mas eu persisto na educação justamente por isso. Poder ajudar uma pessoa a desenvolver uma nova habilidade, descobrir uma nova língua, uma nova cultura, um novo rumo para sua vida profissional é uma satisfação enorme e é uma forma de retribuir tudo o que eu tenho recebido de bom nesses 41 anos de vida.

O que me faz sentir feliz?

Estar em paz comigo e com as pessoas que me cercam! Parece amplo, não é mesmo? Mas é simples: eu não gosto de situações mal resolvidas, de mal entendidos, de segredinhos e fofoquinhas. É claro que eu sei que também não é útil dizer tudo o que se pensa sem medir suas palavras. Contudo, poder falar clara e abertamente com as pessoas mais importantes da minha vida é uma honra para mim. Nem sempre digo e escuto elogios mas acredito que amar é querer continuar amando e, se a pessoa amada faz constantemente algo que nos desagrada, ela vai matando o amor. Então, por que não evitar esta morte dizendo claramente que isso ou aquilo me desagrada, me irrita ou me fere a alma? Como eu também não quero nunca fazer o mal para os que eu amo, também estou aberta para escutar o que os desagrada e fazer o possível para evitar que o amor deles por mim diminua, adoeça ou até morra.

O que me faz sentir realizado(a)?

O meu trabalho, a simples possibilidade de poder trabalhar me realiza. Sim, meu trabalho nem sempre é fácil, trabalhar com pessoas não é fácil (se você não conhece meus projetos, visite a página sobre mim e descubra… não só de cursos online se faz meu trabalho) e sim um desafio, um aprendizado constante. Além disso, ter um trabalho é ter segurança (a segurança de ter uma renda e com ela, a possibilidade de assegurar o conforto dos que amamos) e como eu já falei, eu preciso de segurança!

Foi muito bom repensar isso tudo hoje pela manhã no curso e está sendo ótimo registrar isso tudo aqui. Por isso, convido você a responder essas questões realmente por escrito e compartilhar também suas respostas com outras pessoas. Não tenha medo, não existe certo ou errado nessas questões…

A partir dessas questões, ou seja, a partir do momento em que você tem em mente o que é essencial na sua vida, adotar uma vida minimalista é quase evidente. E não estou falando de extremos, ok? Estou falando de leveza, de praticidade, de “destralhamento” como sugere a Fátima.

Mas, o que é minimalismo?

Minimalismo é, em princípio,  “um movimento artístico e cultural que surgiu nos Estados Unidos no começo da década de 1960”. As principais características do Minimalismo como movimento artístico são:

  • elaboração de obras (pinturas, esculturas, músicas, peças de teatro) com a utilização do mínimo de recursos;
  • utilização de poucas cores nas pinturas;
  • criação de músicas com poucas notas musicais, valorizando a repetição sonora.

Para saber mais sobre o Minimalismo como movimento artítico e cultural, leia também:

Bom, não precisamos ir muito além para entender que o minimalismo como filosofia de vida “propõe dedicar-se àquilo que realmente importa e descartar tudo quanto é desnecessário como meio para alcançar a realização (plenitude) pessoal.

Veja o que a própria Flávia Teixeira, instrutora do curso online Introdução ao Minimalismo fala sobre o assunto:

Para um minimalista (como para Coco Chanel)

O menos é mais

mais tempo, mais espaço, menos stress, menos ansiedade, mais qualidade de vida, mais dinheiro, menos contas para pagar.

Eu fiz minha grande entrada no minimalismo quando vim morar na Europa e cheguei com uma mala de 23 kg e outra de mão.

Por que eu ir comprar tudo aqui, você pensa…

Não, pois a grana era pouca e contadíssima nesta época. Mas, por ser o que eu podia trazer!

E sabe o que mais?

Essas duas malas me acompanharam: da Suíça para a Bélgica, da Bégica para o Brasil. Do Brasil para a França, da França para Portugal, de volta para a França, da França para a Alemanha, de volta para a França e depois, de volta para a Alemanha. Sem contar nas mudanças feitas dentro de Paris e as feitas aqui na Alemanha.

Esta minha primeira mala que foi um presente de uma das minhas professoras do tempo de faculdade, me acompanhou de 2001 à 2013 quando nossa casa ficou pronta e nos mudamos “definitivamente”.

Meus primeiros anos na Europa foram decisivos para que minha mentalidade e minha forma de consumo mudasse completamente.

E alguns pontos foram decisivos:

O encantamento de estar, ver e viver o que eu sempre tinha sonhado: monumentos históricos, museus, casas de artistas, de escritores, de compositores. Eu finalmente podia ver ao vivo todos os quadros que via nos livros, cartões e calendários. Eu podia visitar a casa de artistas, ler manuscritos, conhecer a casa onde meus livros favoritos foram escritos, conhecer histórias picantes do mundo artístico… e isso, tem mais valor para mim do que do que roupa, sapato e demais futilidades.

A pouca grana, é claro! Eu estava vivendo pela primeira vez sem a possibilidade de pedir dinheiro para minha família e sem poder abrir um crediário (o horror de uma brasileira acostumada a comprar tudo dessa forma). Ahh, cartão de crédito eu também não tinha! Essa adaptação não foi fácil mas foi libertadora! Não ter prestações para pagar e muito menos entrar em uma loja e ser tentada a comprar isso e aquilo para pagar em 10X, com a primeira prestação em 3 meses é libertador!

Hoje em dia com a vida bem estabilizada eu continuo sem prestações, sem cartão de crédito e sem limite no banco. E, não me importa o quanto meu gerente quer oferecer de crédito.

Isso me ajuda a viver dentro das minhas possibilidades e ter um controle completo sobre o meu dinheiro, meus investimentos e minhas necessidades reais. Uma simples tabela excel é suficiente para isso!

Mas, eu eu nem sempre fui assim e aprendi muito na minha vida de estudante em Paris que cuidava de crianças para viver 😊

Eu não sou especialista no assunto, a especialista é a Fátima, mas posso compartilhar com você algumas coisas bem simples que aprendi com algumas famílias ricas (mas ricas de verdade, ok? algumas muito ricas até), as famílias das crianças que eu cuidei:

#aposte na qualidade:

das suas relações pessoais, do trabalho que você faz, dos livros que lê, da música que ouve, da comida, da bebida, da roupa que usa enfim, de tudo!

Quer um exemplo simples? Calça jeans! Todos usamos calças jeans! Quantas você tem? E, quantas você realmente usa? Eu tenho duas marcas preferidas de jeans. Elas são caras, é verdade! Mas, cada calça eu uso durante dois ou três anos. Resultado: eu compro somente uma calça jeans por ano.

#seja respeitado pelo que você é e pelo que você sabe:

isso nos libera totalmente da necessidade de mostrar o que temos! A popularização da internet e das redes sociais aguçou ainda mais nossos sentidos exibicionistas e voyeurs e mostrar o que se tem (e até nem tem) tornou-se comum. Vejo muitas pessoas reclamando de “inveja” de outros nas redes… Ora, mostrar o que se tem à mais do que o outro, desperta cobiça. Compartilhar o que se sabe, inspira!

#liberte-se das suas tralhas:

papelzinho, revistinha, blusinha e até daquela pessoa que não acrescenta em nada na sua vida… são pesos e medidas diferentes mas são suas tralhas e você precisa se livrar delas!

Bom, como eu já falei, eu não sou especialista no assunto… mas gosto dele! E, como participei do curso hoje pela manhã, quis compartilhar um pouco dessa experiência com você:

o essencial

 

Todos os dias eu vejo pessoas querendo tornar-se nômades digitais, viajar pelo mundo, empreender com propósito, montar um negócio de valor… veja bem, tornar-se um minimalista é o primeiro passo para isso… ou você acha que vai rodar o mundo levando suas tralhas nas costas? Você acha que vai montar um negócio de valor sem priorizar o que realmente importa?

Você deve de lembrar do que usava o Steve Jobs nas suas apresentações, não?

E, você acompanha o Mark Zukerberg no Facebook? O Richard Branson?

Esses são somente dois exemplos… existem muitos outros!

Talvez você esteja pensando “ahh isso é marketing”!

E é! Mas, tudo na rede é marketing! Quem está na rede, está se mostrando, está fazendo seu marketing. Você pode despertar a inveja ou o respeito, a admiração das pessoas… veja o que você considera mais importante!

Se você quer conhecer o curso Introdução ao Minimalismo da Fátima Teixeira, clique AQUI. (o preço da inscrição também é minimalista 🙂

Conhece outras pessoas precisando se concentrar no essencial e livrar-se das suas tralhas?

Então, seja generoso e compartilhe este post!

E claro, se você quiser compartilhar suas repostas aqui conosco vai ser muito legal!!

Lembrando das perguntas: (é o primeiro exercício do curso e todos os créditos são da Fátima)

O que é essencial na minha vida pessoal?

Família? Organização? Os filhos? O emprego?

O que é essencial na minha vida profissional?

Fama? Salário? Cargo? Horário? Fazer um trabalho que adora?

O que me faz sentir feliz?

Bom ambiente? Sorrisos? Gargalhadas com amigos? Festas de família?