Chorei tanto que precisei colocar gelo nas pálpebras!

Este post, que é na verdade um convite para reflexão, tinha sido publicado no ano passado e, como voltamos à temporada dos grandes lançamentos, achei pertinente (re)publicar. Leia e entre na conversa, pois nós precisamos sim pensar seriamente neste assunto:  

Esta semana eu me deparei com o caso da Juliana Bittencourt que vai receber uma indenização da blogueira Bianca Andrade (conhecida como Boca Rosa) por ela não ter aparecido para maquiar a noiva (Juliana) no dia do seu casamento.

Foi um dia muito difícil, chorei tanto que precisei colocar gelo nas pálpebras

diz Juliana.

 

Mas por que eu estou falando sobre um assunto tão banal?

Porque a Juliana é um exemplo típico de pessoas que preferem pagar caro por um serviço não especializado, mas do qual se fala muito a pagar o preço justo para um profissional qualificado. Essa foi uma conversa que tive com uma colega há alguns meses e que relatei na minha coluna sempre aos domingos no ano passado.

A criação desta coluna faz parte das modificações que tenho feito blog e também, na forma de “fazer meu marketing”.

 

Vai contra tudo o que eu tenho aprendido sobre marketing digital?

Sim! Mas eu resolvi publicar os e-mails que envio para os assinantes da minha newsletter aqui também. Assim, mesmo antes de se inscrever, meus leitores já sabem o que vão receber de mim. E claro, reúno o material e ele não fica perdido.

Mas bom, voltando ao nosso assunto principal. Por que eu estou falando de uma noiva chorona?

É simples:

Esta semana uma colega me perguntou por que eu não ofereço um programa de mentoria para professores?

Visto a crise na educação, é normal que professores procurem outra forma de renda e claro, eu provavelmente estou entre as pessoas que realmente podem ajudar neste caso. Eu não somente tenho uma formação sólida na educação como também experiência no ensino e no empreendedorismo digital. Além disso, também desenvolvo programas de mentoria aqui na Alemanha.

E então,

 

por que não criar um programa de mentoria para professores?

 

Por dois motivos muito simples:

 

#1 eu estou sempre à disposição dos meus alunos

Sim, eu leio dezenas de progamas de cursos online, reviso apresentações, roteiros de vídeos, dou conselhos, aponto soluções e não deixo meus alunos e leitores sem resposta. E não interessa se alguém somente acompanha meu blog, meu canal no YouTube, se está inscrito em um curso gratuito ou pago: se confia no meu trabalho e está precisando da minha ajuda, eu vou fazer o possível para ajudar.

 

#2 as pessoas preferem pagar caro para um charlatão a pagar o preço justo para um profissional

E aqui, o exemplo da Juliana é típico! Há alguns meses, um grande nome do empreendedorismo digital (uma dessas pessoas que desenvolvem esses programas “transformadores” caríssimos) lançou mais “uma grande oportunidade” para todos os que querem mudar suas vidas, empreender e ganhar rios de dinheiro. Centenas de pessoas se inscreveram é claro, pagando pouco mais de 2 mil reais (cada) para participar deste tal programa completo que ensinaria a empreender online.

Começado o programa, notou-se que não estava incluso neste programa completo, a criação de cursos online. Então, uma das participantes desse “grupo de elite” lembrou que eu também tenho um grupo (grupo exclusivo para meus alunos) e convidou todo mundo para participar!

Minha reação e atitude foram muito claras: se o grupo é para meus alunos por que eu deveria aceitar essas pessoas?

Eu escrevi para cada uma delas pessoalmente explicando a situação e dizendo que poderiam se inscrever no meu curso Como criar um curso online (na época, por 25 Reais), aprender a criar seus cursos online e então, participar do grupo e contar com minha ajuda.

 

Quantas dessas pessoas aceitou o convite?

NENHUMA dessas pessoas quis pagar um preço justo (simbólico, na verdade) para adquirir uma competência real e contar com a ajuda de alguém que sabe o que está ensinando. Mas, todas elas tinham pago mais de 2 mil reais para participar de um curso “transformador” de alguém que não tem formação para isso mas que investe alto em anúncios e promete o que não pode cumprir.

 

Mas e você? Como escolhe com quem vai aprender?

Você procura informações verdadeiras ou se deixa levar por impulsos?

É claro que um empreendedor sempre está procurando novos alunos, novos clientes e procurando gerar renda. Mas, quais são suas armas para conquistar o mercado?

Deixe seu comentário pois eu realmente acredito que nós precisamos pensar seriamente sobre este assunto!

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